Razão

Gente

Pré História – Existência – Fator HumanoRazão – Emoções – Arte – Relações Humanas

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Penso logo existo. “Cogito, Ergo Sum “ (René Descartes)

Ao lado a gravura “Razão e Emoção” de Rita Maria.

Segundo a enciclopédia colaborativa wikipedia, “Razão” é a capacidade da mente humana que permite chegar a conclusões a partir de suposições ou premissas. É, entre outros, um dos meios pelo qual os seres racionais propõem razões ou explicações para causa e efeito. A razão é particularmente associada à natureza humana, ao que é único e definidor do ser humano.

A razão permite identificar e operar conceitos em abstração, resolver problemas, encontrar coerência ou contradição entre eles e, assim, descartar ou formar novos conceitos, de uma forma ordenada e, geralmente, orientada para objectivos. Inclui raciocinar, apreender, compreender, ponderar e julgar, por vezes usada como sinónimo de inteligência.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o

VÍDEO: A Razão. A Razão é o objeto e o meio da filosofia. A partir de Sócrates, um breve verbete sobre a Razão (Paulo Ghiraldelli Jr.)

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Razão instrumental é um termo cunhado provavelmente por Max Horkheimer no contexto de sua teoria crítica para designar o estado em que os processos racionais são plenamente operacionalizados (Escola de Frankfurt); à razão instrumental, Horkheimer opõe a razão crítica.

A razão instrumental nasce quando o sujeito do conhecimento toma a decisão de que conhecer é dominar e controlar a Natureza e os seres humanos. A razão ocidental, caracterizada pela sua elaboração dos meios para obtenção dos fins, se hipertrofia em sua função de tratamentos dos meios, e não na reflexão objetiva dos fins.

Na medida em que razão se torna instrumental, a ciência vai deixando de ser uma forma de acesso aos conhecimentos verdadeiros para tornar-se um instrumento de dominação, poder e exploração, sendo sustentada pela ideologia cientificista, que, através da escola e dos meios de comunicação de massa, engendra uma mitologia – a Religião da Ciência – contrária ao espírito iluminista e à emancipação da Humanidade.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o_instrumental

Razão Filosófica

Segundo trabalho publicado no site facilitaja, a razão pode ser considerada como uma capacidade que o ser humano possui de organizar a realidade na qual ele vive, fazendo com que estas se transformem em uma coisa compreensível e capaz de ser organizado. A razão pode ser considerada também como aquela capacidade de organização e ordenamento das coisas de acordo com as suas próprias capacidades de serem organizados e ordenados, contudo, ainda sendo compreensíveis nelas mesmas e por elas mesmas, isto significa que as próprias coisas as quais organizamos já são racionais.

Através da coerência interna de um pensamento ou de uma teoria também nos ajuda a perceber os objetivos da razão. A razão tem por escopo estudar todos os conteúdos psicológicos, se indagando sobre determinadas situações ou coisas. A razão procura descrever o sentido da memória, da imaginação, da sensação, assim como da percepção. A razão procura investigar os maiores detalhes de nossas experiências pessoais encontrando as melhores e mais convenientes respostas possíveis para nossas indagações. A razão pode ser encontrada através da resposta de perguntas, pois estas respostas podem ser consideradas como a maneira que o ser humano encontrou para se adaptar a realidade. A fenomenologia, não admite que a razão mude com o passar do tempo e nem no tempo, podem se enriquecer e se ampliar com o passar do tempo, mas nunca se mudam.

Fonte: http://pt.oboulo.com/razao-filosofica-19761.html

A Mente

Ao lado, uma proposta para o Mapa da Mente.

Segundo a wikipedia, Mente é o estado da consciência ou subconsciência que possibilita a expressão da natureza humana. ‘Mente’ é um conceito bastante utilizado para descrever as funções superiores do cérebro humano relacionadas a cogniçãocomportamento. Particularmente aquelas funções as quais fazem os seres humanos conscientes, tais como a interpretação, os desejos, o temperamento, a imaginação, a linguagem, os sentidos, embora estejam vinculadas as qualidades mais inconsciente como o pensamento, a razão, a memória, a intuição, a inteligência, o arquétipo, o sonho, o sentimentoegosuperego.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mente

VÍDEO: A Mente e o Significado da Vida

Trechos do livro A Mente e o Significado da Vida (leoabad)

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Veja também:

Como Funcionam as Células Nervosas. Parte II: O Potencial de Ação. Silvia Helena Cardoso, Luciana Christante de Mello, MSc e Renato M.E. Sabbatini, PhD.

“Eletricidade é um processo natural em nosso organismo e está envolvida na função específica de certas células especiais no cérebro e nos músculos estriados e lisos. Cada padrão de luz, som, calor, dor, cada piscar de olhos, estalar de dedos, cada pensamento, se traduz em uma sequência de pulsos elétricos. Como isso acontece?”

Fonte: http://www.cerebromente.org.br/n10/fundamentos/pot2.htm

Estudando o Cérebro – Compreendendo a Mente; Instituro de Parapsicologia e Potencial Psíquico Ltda; IPAPPI – Sistema GRISA; RJ. PROF. DR. ARY GUILHERME FERREIRA

Fonte: http://www.sistemagrisarj.com/wordpress/?p=438

A Racionalização das Emoções

Para Anais Nin, in “Fala Uma Mulher” , o ponto de vista feminino tem sido muito mais difícil de expressar que o masculino. “Se assim me posso exprimir, o ponto de vista feminino não passa pela racionalização por que o intelecto do homem faz passar os seus sentimentos. A mulher pensa emocionalmente; a sua visão baseia-se na intuição. Por exemplo, ela pode ter um sentimento em relação a qualquer coisa que nem sequer é capaz de articular.”

Fonte: http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200711290900&author=272&theme=216

A Razão é Incompetente para Determinar uma Verdade

Fernando Pessoa afirmou em “Textos Filosóficos e Esotéricos” que todo o conhecimento vem dos ou pelos sentidos; porém não sabemos quantos são os sentidos (quantos sentidos há). Sentidos chamamos nós àqueles dispositivos da mente pelos quais toma conhecimento (recebe uma impressão de que qualquer coisa existe, e de que essa coisa apresenta determinado aspecto). A razão, ou intelecto, nem percebe, nem cria; tão-somente compara, e, por comparação, rectifica e elabora, os dados que os sentidos ministram. A razão é, portanto, incompetente para determinar uma verdade, por isso que não pode determinar um facto, mas só compará-los com outros.

VIDEO: Ser Ou Não Ser

O Limite Entre Razão E Loucura – Viviane Mosé – Globo – Fantástico

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Aristóteles e o Papel da Razão

Ao lado: O Pensador.

Josué C. S. afirma que para Aristóteles, o dualismo platônico entre mundo sensível e mundo das ideias era um artifício dispensável para responder à pergunta sobre o conhecimento verdadeiro. Nossos pensamentos não surgem do contato de nossa alma com o mundo das ideias, mas da experiência sensível. “Nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos”, dizia o filósofo.

A razão abstrai, ou seja, classifica, separa e organiza os objetos segundo critérios. Observando os insetos, percebo que eles são muito diferentes uns dos outros, mas será que existe algo que todos tenham em comum que me permita classificar uma barata, um besouro ou um gafanhoto como insetos? Sim, há: todos têm seis pernas. Se abstrairmos mais um pouco, perceberemos que os insetos são animais, como os peixes, as aves…

Fonte: http://educacao.uol.com.br/filosofia/aristoteles-e-o-papel-da-razao-nada-esta-no-intelecto-antes-de-ter-passado-pelos-sentidos.jhtm

VÍDEO: Filosofia Antiga – Mito e Razão

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Idealismo Transcendental

Kant operou, na epistemologia, uma síntese entre o Racionalismo continental (de René Descartes e Gottfried Leibniz, onde impera a forma de raciocínio dedutivo), e a tradição empírica inglesa (de David Hume, John Locke, ou George Berkeley, que valoriza a indução).

Kant é famoso sobretudo pela elaboração do denominado idealismo transcendental: todos nós trazemos formas e conceitos a priori (aqueles que não vêm da experiência) para a experiência concreta do mundo, os quais seriam de outra forma impossíveis de determinar. A filosofia da natureza e da natureza humana de Kant é historicamente uma das mais determinantes fontes do relativismo conceitual que dominou a vida intelectual do século XX. No entanto, é muito provável que Kant rejeitasse o relativismo nas formas contemporâneas, como por exemplo o Pós-modernismo.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Kant

VÍDEO: Iluminismo, Willian.

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A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo

A temática das relações entre religião e capitalismo foi uma questão central do pensamento social alemão. Do ponto de vista da análise do capitalismo, o estudo de Weber foi precedido pela obra de Georg Simmel – A filosofia do dinheiro (1900) -, sem esquecer do escrito de Karl Marx, intitulado O Capital (1867). Dois anos antes da publicação do livro de Weber, seu colega Werner Sombart também publicou um livro sobre esse problema, intitulado O capitalismo moderno (1902) .

Weber procurou mostrar que o protestantismo de caráter ascético dos séculos XVI e XVII tinha um influxo direto com o conceito de vocação profissional, base motivacional do moderno sistema econômico capitalista. Vejamos como a tese do livro é apresentada.

No capítulo introdutório, Weber mostra a preferência educacional dos católicos por uma formação humanista, enquanto os protestantes preferiam formação técnica. Ao mesmo tempo, mostrou as diferenças profissionais entre ambos os segmentos.

Weber rejeita a explicação (superficial e aparente) de que a espiritualidade católica, fundada no ascetismo, predisporia o indivíduo para o estranhamento do mundo e, desta forma, para a indiferença para com os bens deste mundo; enquanto os protestantes seriam materialistas. Alega que os puritanos se caracterizavam pelo oposto da alegria para com o mundo. Ao contrário, ele sugere que há um íntimo parentesco entre estranhamento do mundo, ascese e participação na vida aquisitiva.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Weber

VÍDEO: Ética (tvbarbante)

Qual o papel da ética no sucesso de um profissional atualmente? A falta de ética atrapalha seu crescimento?

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VÍDEO: Filosofia e Ética ( Paulo Ghiraldelli)

O que é ética? Três posições clássicas.

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A Fenomenologia de Husserl

Ao lado: Anastasiya (Markovich; Time)

O êxito do método científico está no estabelecimento de uma “verdade provisória” útil, que será verdade até que um fato novo mostre outra realidade. Para evitar que a verdade filosófica também fosse provisória Husserl propõe que ela deveria referir-se às coisas como se apresentam na experiência de consciência, estudadas em suas essências, em seus verdadeiros significados, de um modo livre de teorias e pressuposições, despidas dos acidentes próprios do mundo real, do mundo empírico objeto da ciência. Buscando restaurar a “lógica pura” e dar rigor à filosofia, argumenta a respeito do principio da contradição na Lógica.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenomenologia

VÍDEO: FENOMENOLOGIA (dcfarq84)

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Adam Smith afirmou em “A Teoria dos Sentimentos Morais” que, existem duas ocasiões distintas em que examinamos a nossa própria conduta e buscamos vê-la sob a luz em que o espectador imparcial a veria: primeiro, quando estamos prestes a agir; e, segundo, depois que agimos. Em ambos os casos os nossos juízos tendem a ser bastante parciais, mas eles tendem a tornar-se ainda mais parciais quando seria da maior importância que não fossem.

Fonte: http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200907071401&author=953&theme=216

As Leis Morais

Segundo a wikipedia: “As Leis Morais, de acordo com a Doutrina Espírita, são um conjunto de leis divinas que regem a dimensão moral do Ser. Estes ensinamentos fazem parte dos fundamentos da Doutrina Espírita, pois estão expressos na primeira das obras básicas do espiritismo, publicada em 1857 sob o título de O Livro dos Espíritos.”

As leis morais foram divididas em dez partes, como os Dez Mandamentos de Moisés. Entretanto, essa divisão não tem nada de absoluta. É apenas uma forma de classificação abrangente às circunstâncias da vida: Lei de Adoração; Lei do Trabalho; Lei de Reprodução; Lei de Conservação; Lei de Destruição; Lei de Sociedade; Lei do Progresso; Lei de Igualdade; Lei de Liberdade; Lei de Justiça, de Amor e Caridade.

Lei Natural

Segundo o Sérgio Biagi Gregório, a Lei Natural, refere-se tanto à lei física quanto à lei moral. Ela regula todos os acontecimentos no universo. São leis eternas, imutáveis, não estão sujeitas ao tempo, nem à circunstância, embora tenham em si o elemento do progresso.

Mas como o homem faz para conhecê-la? Há dois elementos básicos: unidade e universalidade. A lei matemática em que dois mais dois são quatro existe em todo o lugar do universo. Independe de tempo e espaço.

Paralelamente à lei física, que cabe às ciências particulares buscar as explicações, temos as leis morais. Estas pertencem à alma e concernem às noções do bem e do mal. Cabe ao Espiritismo desvendá-las.

Sobre a mente, o autor afirma que: “O Espírito André Luiz, no livro No Mundo Maior, explica-nos que não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se fosse um castelo de três andares: subconsciente: 1º andar, onde situamos a residência de nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados – hábitos e automatismos; consciente: 2º andar, localizamos o “domínio das conquistas atuais”, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando – esforço e vontade; superconsciente: 3º andar, temos a “casa das noções superiores”, indicando as iminências que nos cumpre atingir – ideal e meta superiores. (Xavier, No Mundo Maior, 1977, p. 47)”

Fonte: Centro Espírita Ismael/ Leis Morais: http://www.ceismael.com.br/artigo/leis-morais.htm

Veja Também:

Leis Morais; Centro Espírita Luz Eterna: http://www.carlosparchen.net/resumo_10_leis_morais.pdf

A Razão na Filosofia Contemporânea

“Convite à Filosofia” de Marilena Chauí; Ed. Ática, São Paulo, 2000

A autota cita que, “..o que chamamos de “mundo” ou “realidade”, diz Husserl, não é um conjunto ou um sistema de coisas e pessoas, animais e vegetais. O mundo ou a realidade é um conjunto de significações ou de sentidos que são produzidos pela consciência ou pela razão. A razão é “doadora do sentido” e ela “constitui a realidade” enquanto sistemas de significações que dependem da estrutura da própria consciência.

As significações não são pessoais, psicológicas, sociais, mas universais e necessárias. Elas são as essências, isto é, o sentido impessoal, intemporal, universal e necessário de toda a realidade, que só existe para a consciência e pela consciência. A razão é razão subjetiva que cria o mundo como racionalidade objetiva. Isto é, o mundo tem sentido objetivo porque a razão lhe dá sentido.

Assim, por exemplo, a razão não estuda os conteúdos psicológicos de minha vida pessoal, mas pergunta: O que é a vida psíquica? O que são e como são a memória, a imaginação, a sensação, a percepção?

Segundo ela, os filósofos da Teoria Crítica consideram que existem, na verdade, duas modalidades da razão: a razão instrumental ou razão técnico-científica, que está a serviço da exploração e da dominação, da opressão e da violência, e a razão crítica ou filosófica, que reflete sobre as contradições e os conflitos sociais e políticos e se apresenta como uma força liberadora.

A razão não determina nem condiciona a sociedade, mas é determinada e condicionada pela sociedade e suas mudanças.

Chauí afirma que Influenciados pelo estruturalismo, vários filósofos franceses, como Michel Foucault, Jacques Derrida e Giles Delleuze, estudando a história da Filosofia, das ciências, da sociedade, das artes e das técnicas, disseram que, sem dúvida, a razão é histórica – isto é, muda temporalmente – mas essa história não é cumulativa, evolutiva, progressiva e contínua. Pelo contrário, é descontínua, se realiza por saltos e cada estrutura nova da razão possui um sentido próprio, válido apenas para ela.

Dizem eles que uma teoria (filosófica ou científica) ou uma prática (ética, política, artística) são novas justamente quando rompem as concepções anteriores e as substituem por outras completamente diferentes, não sendo possível falar numa continuidade progressiva entre elas, pois são tão diferentes que não há como nem por que compará-las e julgar uma delas mais atrasada e a outra mais adiantada.

Assim, por exemplo, a teoria da relatividade, elaborada por Einstein, não é continuação evoluída e melhorada da física clássica, formulada por Galileu e Newton, mas é uma outra física, com conceitos, princípios e procedimentos completamente novos e diferentes. Temos duas físicas diferentes, cada qual com seu sentido e valor próprio…

.. A sociologia, a antropologia e a história demonstram que as diferenças que a biologia e a genética apresentam não decorrem somente das diferenças nas condições ambientais, mas também são produzidas pelas diferentes maneiras pelas quais os grupos sociais definem as relações de trabalho, de parentesco, as formas de avaliação, de vestuário, de habitação, etc. Essas diferenças não formam “raças” e, portanto, “raça” é uma palavra inventada para avaliar, julgar e manipular tais diferenças.

A ciência política e econômica demonstra que, no interior de uma mesma sociedade, formam-se grupos e classes sociais que se apropriam das riquezas e do poder, colocam (pela força, pelo medo, pela superstição, pela mentira, pela ilusão) outros grupos e classes sociais sob sua dominação e justificam tal fato afirmando que tais grupos ou classes são inferiores e que possuem características físicas e mentais que os fazem ser uma “raça inferior”. “Raça”, portanto, não existe. É uma palavra inventada para legitimar a exploração e a dominação que um grupo social e político exerce sobre os outros grupos.

A psicologia demonstra que as capacidades mentais de todos os grupos e classes sociais de uma cultura são iguais, mas que se manifestam de modos diferenciados dependendo dos modos de vida, de trabalho, de acesso à escola e à educação formal, das crenças religiosas, de valores morais e artísticos diferentes, etc. Essas diferenças não formam “raças” e, portanto, “raça” é uma palavra inventada para transformar as diferenças em justificativas para discriminações e exclusões.

.. a razão permanece porque a própria razão exige que seu trabalho de conhecimento seja julgado por ela mesma, e que, para esse julgamento da racionalidade dos conhecimentos e das ações, a razão oferece dois critérios principais:

  1. O critério lógico da coerência interna de um pensamento ou de uma teoria, isto é, a avaliação da compatibilidade e da incompatibilidade entre os princípios, conceitos, definições e procedimentos empregados e as conclusões ou resultados obtidos;
  2. O critério ético-político do papel da razão e do conhecimento para a compreensão das condições em que vivem os seres humanos e para sua manutenção, melhoria ou transformação.

Fonte: http://www.discursus.hpg.ig.com.br/javanes/filocont.html

VÍDEO:

LEI DA ATRAÇÃO-VOCÊ É PURO PODER! (universoemvc)

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Pré História – Existência – Fator HumanoRazão – Emoções – Arte– Relações Humanas

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